Preciso de paz

Pastor Maciel – Pastor Sênior da CCPT

Lendo atenciosamente os torpedos e os pedidos de oração que chegam através do programa do rádio, chego à conclusão que a maioria dos cristãos está precisando de paz. Senti essa responsabilidade de falar hoje no Ombro Amigo colocando esse tema: “Preciso de Paz”. Esse é o eco que estamos ouvindo das cordas vocais de milhares de pessoas, seja através das ondas do rádio ou pessoalmente. Além disso, embora algumas pessoas não digam pra ninguém, o semblante expressa esta verdade.

O Senhor Jesus quer acalmar a tempestade que está sufocando as vidas. Ele quer tirar pessoas da reta final que descamba no suicídio. Quer unir os casais e consolidar os casamentos. Quer apaziguar as relações entre pais e filhos, irmãos com irmãos.

Mas por que as pessoas estão assim? Por que estão precisando de paz? Por que estamos vendo muita gente vivendo sem rumo e sem direção, agitadas, sendo o nervosismo o prato de todo dia? Um dos locais em que encontramos pessoas assim é no trânsito. Os motoristas se agridem, se insultam mutuamente. Vêem-se jovens dirigindo em alta velocidade, sem responsabilidade, ultrapassando sem cautela, inclusive resultando em agressões físicas. Ninguém respeita o seu próximo. Exemplo é quando abre o farol e já se sente buzinas desesperadas. Então, amados, todas essas pessoas estão precisando de paz, estão precisando de Deus.

Ademais, muitas pessoas estão sem perspectiva de vida, levando como diz o samba: “deixa a vida me levar, vida leva eu”. Por isso, estão agitadas ou em estado de depressão e, certas vezes, até com suicídio já planejado; Existem, ainda, pessoas fracassadas por doenças, sem conseguir a cura nem com médicos, nem com remédios.

Tudo isso vem acontecendo por que as pessoas estão precisando de Deus, como certa vez disse o apresentador Ratinho. Contudo, posso ir além afirmando que certas pessoas estão é sem Deus, por que quando se está sem Deus, estamos sem paz, sem saúde, sem direção. É o diz a palavra do Senhor no livro de Oseías 4:6: “O meu povo está sendo destruído porque lhes falta conhecimento”.

A paz que a sociedade moderna e as famílias precisam não é esta que o mundo oferece. Esta é passageira, não enriquece o interior, não enobrece, não tira a depressão e nem promove alegria. Eles buscam a paz por meio de passeatas, com dizeres na camisa mostrando o slogan da paz e se reúnem em comunidades chamando atenção da mídia em busca de paz.

Mas a paz verdadeira está descrita no livro de Jo 14:27: “Eu vos dou a minha paz; não vos dou como o mundo dar”. Ou seja, a paz de Cristo é verdadeira, preenche nosso ego, nos traz alegria contagiante, promove saúde e nos enche de alegria.

Mas por que a paz foge das pessoas? Por que o número de pessoas frustradas chega a ser incalculável?

Algumas pessoas têm problemas no convívio do lar. Podem-se citar os seguintes exemplos: um marido revoltado que cria problemas para a esposa e para os filhos; uma esposa que vive a chorar, se isolar, a reclamar da vida que leva com a família. O lar que deveria ser o melhor lugar do mundo foi transformado num inferno, em que ninguém se entende e onde não há paz. Agora pergunto: “Quem será o culpado? Onde está a raiz do problema que tem levado esse casamento a um inferno?

Mas não é somente no lar, no trabalho também é assim. Existem indivíduos que não se relacionam com ninguém, não são submissos ao chefe, saem cedo do trabalho constantemente e sempre tiram licença médica por que vivem doentes. São pessoas que vivem esmagadas pelo nervosismo e não conseguem viver harmonicamente.

Problema maior é quando este mal está dentro das igrejas evangélicas, local onde se profere o nome do Deus poderoso que salva, liberta, cura e salva. Por que a paz não chegou até certos indivíduos? Ou se chegou um dia, por que desapareceu?  Já que você aceitou ao Senhor Jesus, o Salvador, dono da paz verdadeira, por que vive sem essa paz? Os motivos são os seguintes:

Em primeiro lugar, encontramos a resposta no Salmo 32, em que Davi diz que o pecado encoberto foi a causa de não ter mais paz. Esse pecado que Davi menciona é o pecado que a pessoa comete e fica calada, pensando assim que Deus é cego e nada vê. Pv 15:3 “Os olhos do Senhor vêem tudo o que se passa aqui na terra”. Então, o pecado inconfesso tira a paz da pessoa mesmo ela não sendo serva do Senhor, pois a barreira que separa Deus do homem é o pecado. Mas a bíblia diz que “se confessarmos os nossos pecados, fiel é Deus paras nos perdoar”. Este mesmo Salmo mostra que Davi guardou em silêncio o pecado que cometeu, por sinal muito grave. Ele planejou a morte de um homem chamado Urias, tomou a mulher deste para si, engravidando-a. Contudo, Deus, do alto, contemplou a perversidade de Davi.

Davi era um servo de Deus, cantava, tocava e dançava pra Deus nas sacadas do palácio real e, segundo a Bíblia Sagrada, era um homem segundo o coração de Deus. Então Davi com seu status de Rei, de homem poderoso, vivendo uma vida luxuosa, de repente se viu triste, deprimido, sem paz e, quando colocava a cabeça no travesseiro para dormir, não conseguia, uma vez que o pecado estava sempre diante dele. Ou seja, amados, Davi rompeu seu relacionamento com Deus, com aquele que deu o palácio real a ele, que entregou em suas mãos um povo submisso ao seu reinado. Mas o que fez Davi ficar em tristeza de alma e doente dos ossos, como diz o Salmo 32, ao ponto de não poder dormir? Foi o silêncio do seu pecado, ou seja, ele não confessou o que fez diante de Deus. E nós sabemos que pecados inconfessos nos afastam de Deus, nos tiram a paz e nos colocam em desvantagem sobre satanás, nos deixando vulneráveis a armadinhas satânicas.

Então, queridos, não podemos pecar para que a paz de Cristo não se afaste de nós. Mas, se pecarmos, é melhor confessarmos com quebrantamento diante de Deus, pedindo que Ele nos perdoe e não deixe que pequemos mais.

A segunda causa de perdemos a paz ou de não a alcançarmos está no coração amargurado, cheio de ressentimentos. São pessoas que não conseguem perdoar ou pedir perdão.

Certo dia fui chamado para orar por uma senhora em um dos hospitais de São Luís-MA. Ela estava há duas semanas internada com crises de depressão, tendo inclusive tentado o suicídio, que não se efetivou por intervenção de outras pessoas. Sua filha caçula de 19 anos tinha sido estrupada por um indivíduo do seu bairro. Esta senhora não perdoou a filha, pois antes dado conselho para que a jovem não se relacionasse com este homem autor do estupro. A jovem discutiu com a mãe que lhe expulsou de casa. Foi neste estado de desespero que fui chamado para ir até o hospital para orar por aquela senhora. Falei de Jesus e que o Espírito de Deus revelava-me que enquanto ela não perdoasse uma pessoa do seu relacionamento ela não iria sair dali. Ela, assustada, me falou de sua filha e do caso que havia ocorrido, mas que precisava de força e ajuda para conceder este perdão. Orei junto com ela, coloquei minhas mãos sobre seu coração e liberei o amor de Jesus sobre ela. A senhora chorou e foi quando pedi para sua filha mais velha que estava ali perto trouxesse sua irmã. Depois de 40 minutos, a porta do quarto do partamento se abre e sua filha mais nova entra acompanhada da outra irmã. Dirigiu-se até sua mãe e a mãe com muito esforço lançou-se sobre os braços da filha e ambas choraram no ombro uma da outra. Milagrosamente, no outro dia os médicos deram alta para esta senhora.

É interessante, irmãos, como o nosso coração capta rapidamente a paz interior quando liberamos o perdão. Há uma força do poder divino que arranca as amarguras e nos promove a paz de espírito, a paz interior. Aí podemos dizer: “Maior é aquele que está dentro de mim do que aquele que está no mundo”. Por que aquele que está dentro de nós nos capacita a amar, perdoar, nos relacionar e entender que somos cristãos que iremos morar com Deus no céu de glória.  Então, amados, essas duas causas que citamos pecados inconfessos ou pecados cobertos , e falta de perdão sãos causas que nos tiram a paz e nos jogam nas mãos do inimigo e de suas armadilhas terrenas.

Que o nosso Deus, na pessoa do seu filho Jesus, não nos deixe ficar sem a sua Paz. Amém!

Assolados Por Decepções

Acredito que uma das maiores dificuldades humanas são as relações interpessoais. Isto acontece tanto fora como dentro da Igreja. Desentendimentos dos mais diversos, antipatias, fofocas, brigas, etc…. Conflitos que (em alguns casos) geram nos corações das pessoas, um sentimento extremamente profundo, chamada DECEPÇÃO.

Consultando o dicionário, temos o seu significado: Malogro de uma esperança; desilusão, desengano, desapontamento, surpresa desagradável; desapontamento, contrariedade, desgosto.

Estudando as Escrituras notamos que Jesus experimentou muitas situações e sentimentos semelhantes aos nossos. Ele provou dor física (foi espancado e crucificado), foi deixado por seus amigos (contudo, não se sentiu sozinho – João 16.32), foi oprimido e humilhado (Isaías 53.7), chorou “silenciosamente” (grego), com a morte do amigo Lázaro (João 11.35), sentiu-se desamparado pelo Pai (Mateus 27.46), teve sede (João 19.28), não tinha onde reclinar a cabeça (Mateus 8.20), etc, etc, etc….

Mas, a pergunta que não quer calar àquele que se encontra assolado por profunda decepção é: “Jesus já se sentiu decepcionado?”.

Homens que já provaram decepções:

Davi – Salmos 38.12-15 “Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe. Armam ciladas contra mim os que tramam tirar-me a vida; os que me procuram fazer o mal dizem coisas perniciosas e imaginam engano todo o dia.Mas eu, como surdo, não ouço e, qual mudo, não abro a boca. Sou, com efeito, como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica. Pois em ti, SENHOR, espero; tu me atenderás, Senhor, Deus meu.”

Jó – 19.13-17 “Pôs longe de mim a meus irmãos, e os que me conhecem, como estranhos, se apartaram de mim. Os meus parentes me desampararam, e os meus conhecidos se esqueceram de mim.Os que se abrigam na minha casa e as minhas servas me têm por estranho, e vim a ser estrangeiro aos seus olhos. Chamo o meu criado, e ele não me responde; tenho de suplicar-lhe, eu mesmo. O meu hálito é intolerável à minha mulher, e pelo mau cheiro sou repugnante aos filhos de minha mãe.”

Procuraremos dar o nosso ponto de vista, dentro daquilo que conhecemos do caráter de Jesus mediante as Escrituras.

1. Jesus em sua presciência conhece o ser humano.

Hebreus 4:13 “E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas”.

Lucas 5:22 “Jesus, porém, conhecendo-lhes [grego – “epiginosko” – epi= sobre / ginosco= saber exatamente, completamente] os pensamentos, disse-lhes: Que arrazoais em vosso coração?”

João 2:25 “E [Jesus] não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia [gr. Ginosko – saber exatamente, completamente] o que era a natureza humana”.

Normalmente, nos decepcionamos com alguém porque colocamos nesta pessoa, (falemos de pessoas) determinada expectativa. Esperamos que ela nos ame (do jeito que queremos), que nos respeite, nos trate bem, nos elogie, tenha exatamente os mesmos gostos e opiniões, e ai dela se houver divergências! Resumindo, este relacionamento tem que ser exatamente como nós queremos, e como nós achamos que é certo e bom! Colocamos sobre os ombros dos nossos amigos, da família, dos nossos líderes e pastores, um verdadeiro fardo, insuportável e impossível de ser carregado! E quando alguém não corresponde àquilo que esperamos, nos desapontamos!

Já ouvimos a reclamação de algumas pessoas quanto a isto. E aquelas que conseguiram “sair desta”, dizem em tom altivo: – “Aprendi que o ser humano é falho”. Atribuindo a culpa e a falha somente a pessoa que causou a decepção. Com certeza o homem é falho, é terreno, as Escrituras afirmam:

“Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer”.Salmos 14:3

“Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios”.Salmos 146:3-4

Só que nós também temos nossa parcela de culpa na questão, porque?

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” Jeremias 17.5 (RA).

Porque confiamos mais no homem do que no Senhor. Damos a ele mais crédito do que a Deus. Esperamos mais dele do que deveríamos e sofremos as conseqüências desta escolha errada.

Jesus nunca se decepcionou com ninguém, porque Ele nunca esperou mais do que as pessoas podiam dar-lhe. Ele conhecia (e conhece) muito bem, a natureza humana e os corações. E ele se relacionava dentro deste conhecimento e de dois princípios:

Atos 20:35 “…. Jesus disse… Mais bem-aventurado é dar que receber”.

É possível “dar” sem “amar”, mas é impossível “amar” sem “dar”.

2. As bases dos relacionamentos de Jesus.

2.1- Dar – Romanos 5:8 “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato”. de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”“.

Deus deu seu filho, para morrer em nosso lugar; e semelhantemente, Jesus, se deu voluntariamente como oferta pelos pecados de toda a humanidade. Jesus não estava interessado no “status” que poderia ter em determinado grupo, nos elogios que recebia, não queria aplausos ou um tapete vermelho onde quer que andasse. Ele não tinha nenhum problema de rejeição ou auto-afirmação. Ele sabia exatamente quem era, e qual a sua missão. Palavras-chave na vida de Jesus: Identidade e Propósito.

Marcos 10:45 “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”.

Ao contrário de nós, que sempre nos relacionamos esperando algo:

“Eu te dou minha amizade, mas você tem que me amar”.

“Eu te dou carinho, mas você tem que estar sempre disponível para mim”.

“Serei sua (seu) amiga (o), mas não discorde de mim!”

Raramente estamos dispostos a nos relacionar, a exemplo de Jesus, mais preocupados em dar do que em receber. E este é o nosso grande erro e a causa de inúmeros problemas interpessoais.

2.2 – Amar

Romanos 12:10 Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.

1 Coríntios 13:2-13

“Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.”“.

Como é incrível a capacidade que temos de “esquecer” as coisas! Quantas vezes já lemos os versículos acima e nos esquecemos deles, cinco minutos depois, isto quando não damos a eles a menor atenção julgando não precisar vivê-lo. Somente um coração cheio de amor vindo do alto (ágape), pode amar de forma desinteressada, a ponto de “dar” e “servir” os outros em amor.

Jesus quer nos ensinar TODA a sua Palavra, de modo que possamos vivê-la e que sejamos por ela curados.

3. A cura para as nossas decepções.

3.1 – Está somente em Jesus.

3.2– É necessário reconhecer que pecamos quando cobramos e esperamos de nossos irmãos, algo que eles não podem nos dar.

3.3 – Precisamos reconhecer que nem sempre aquilo que julgamos ser o melhor dentro de uma relação, é o certo. A palavra de Deus é a verdade, e devemos andar na sua luz, somente.

3.4 – Devemos confessar a Jesus este pecado, e o que ele gerou em nosso coração: decepção, quebra de relacionamento, tristeza, etc.

3.5 – Devemos pedir a Jesus que nos perdoe e purifique.

3.6 – Devemos pedir ao Senhor que nos ensine a nos relacionarmos, e nos ensine a amar e dar.

Fonte: Esboços e mensagens / Autor: Deise N. de Silos da Silva

Estudo Familiar

Constituição da Família – Conheça as bem-aventuranças do casamento e as responsabilidades do casal

RESPONSABILIDADES DO CASAL

ALGUNS ASPECTOS DE DETERIORAÇÃO DA FAMILIA AS BEM-AVENTURANÇAS DO CASAMENTO

I. Bem-aventurado o casal que continua a demonstrar carinho e consideração um com o outro depois que a novidade dos primeiros anos passou.

II. Bem-aventurado o casal que é educado e cortês um com o outro como eles são com seus amigos.

III. Bem-aventurados são aqueles que tem têm senso de humor, pois este atributo é um grande “amortecedor de choques”.

IV. Bem-aventurados são aqueles que amam seus companheiros mais do que qualquer outra pessoa no mundo e que cumprem com alegria seus votos de casamento com uma vida inteira de fidelidade e respeito mútuos.

V. Bem-aventurados são aqueles que alcançam a paternidade, pois os filhos são herança do Senhor.

VI. Bem-aventurados os que se lembram de agradecer a Deus por sua comida, e que separam tempo para a leitura de Bíblia e oração diariamente.

VII. Bem-aventurados os cônjuges que nunca levantam a voz para o outro e que fazem de seu lar um lugar onde palavras encorajadoras sempre são ouvidas.

VIII. Bem-aventurado o casal que fielmente vai à igreja e que trabalha junto para a expansão do reino de Deus.

IX. Bem-aventurado o marido e a esposa que sabem lidar com suas diferenças e se ajustam sem a interferência dos parentes.

X. Bem-aventurado é o casal que tem um completo entendimento das finanças e que conseguiu uma parceria perfeita onde todo o dinheiro está sob o controle dos dois.

XI. Bem-aventurados são o esposo e a esposa que humildemente dedicam sua vida e seu lar a Deus e que praticam seus ensinamentos sendo leais amorosos e não egoístas.

QUE TIPO DE MULHER VOCE É MINHA QUERIDA IRMÃ? PARTE I

I. Raquel, mulher amada, Gn 29.18

II. Leia, mulher rejeitada, Gn 29.32,33

III. Hagar, Mulher desprezada, Gn 21.14-19

IV. Maria, Mulher incompreendida, Mt 1.19

V. Ana, mulher humilhada, I Sm 1.6

VI. Noemi, mulher amargurada, Rute 1.20

VII. Eva, mulher enganada I Tm 2.14

VIII. ( ? ), mulher invisível.

QUE TIPO DE MULHER VOCE É? PARTE II

I. Joquebede, mulher que enfrentou o decreto real, Êx 1.22; 2.1,2

II. Mirian, mulher ambiciosa, Nm 12.1,2

III. Débora, mulher patriota, Jz 4.4

IV. Rute, mulher constante, Rt 1.16

V. Ana, mulher ideal, I Sm 1.20 e 2.19

VI. Abigail, mulher capaz, I Sm 25.3,18,19

VII. Ester, mulher que se sacrificou a si mesma, Et 4.16

VIII. Maria Madalena, mulher transformada, Mc 16.1,9

IX. Isabel, mulher humilde, Lc 1.43

X. Maria, mulher escolhida por Deus, Lc 1.30-38

XI. Maria de Betânia, mulher imortalizada por Cristo, Mt 26.13

XII. Marta, dona de casa preocupada, Lc 10.40

XIII. Dorcas, a costureira benevolente, At 9.36

XIV. Lídia, mulher negociante, At 16.14,15.

ALGUMAS DISTINÇÕES ESPECIAIS DE MULHERES

Última ao pé da cruz, Mc 15.47

Primeira ao túmulo, Jo 20.1

Primeira a proclamar a ressurreição, Mt 28.8

Presente a primeira reunião de oração, At 1.14

Primeira a saudar missionários cristãos, At 16.13

Primeira convertida da Europa, At 16.14.

QUALIDADES DA MULHER VIRTUOSA

Ela é laboriosa ou trabalhadeira, Pv 31:13,19,24

É ajuizada, Pv 31:16,18

É forte e lutadora, Pv 31:17

É boa dona de casa, Pv 31:15,21,27

É sábia, Pv 31:26 e boa mãe, Pv 31:28

É boa esposa, Pv 31:11,12,23,28 e é temente à Deus, Pv 31:30.

O Espaço do Homem Cristão

“O problema não é tanto em encontrar a pessoa certa, mas ser a pessoa certa no casamento”. Amados irmãos homens grave isso aqui que vos falo:” Se quisermos ter uma rainha, precisamos ser um rei”

I. DIREITOS ESPIRITUAIS E BÍBLICOS

Exercer a liderança, pois, Deus o colocou como cabeça do lar, I Co 11:3

Ter domínio sobre o corpo da mulher, I Co 7:4 ou seja .proporcionar prazer na sua mulher,saber tocar e deixar que ela sinta este toque,isso é prazeroso,sabia dissi?pois se vire façae faça bem,

Ser amado, Tito 2:4

Exigir submissão da mulher, Ef 5:22 e 23 –não perder autoridade sobre ela.

Exigir fidelidade, I Co 7:2 parte b

Não ser defraudado na sua vida íntima, I Co 7:5

Ser honrado, Ester 1:20, Nm 5:20,21

Ter na sua esposa uma companheira, Gn 3:12, Gn 3:16.

II. OBRIGAÇÕES DO HOMEM CRISTÃO SEGUNDO OS PRINCIPIOS BIBLICOS

Respeitar a sua esposa, I Pe 3.7

Agradar a sua esposa, I Co 7.33

Reconhecer o seu trabalho, Pv 31.28-30

Ser fiel, Mt 19.5

Coabitar com ela com entendimento, I Pe 3.7

Honrar sua esposa, I Pe 3.7

Ser carinhoso, Pv 5.18; Ecl 9.9; Gn 26.8

Viver com ela toda a vida, Mt 19.3-9

Amar a sua esposa, Cl 3:19.

a. Como ama a si mesmo, Ef 5:28,29

b. Como Cristo amou a igreja, Ef 5:25

Como Ele a amou?

1. Com amor eterno, Jo 17:23, Jr 31:3

2. Sem ser amado , Lc 19:41

3. Sacrificialmente, Jo 18:12; 19:1,16-18

4. Profundamente, Jo 15:13

5. Voluntariamente, Gn 2:20.

III. OUTRAS RESPONSABILIDADES DO MARIDO

O marido é o cabeça da casa, da esposa; a mulher precisa aceitar a autoridade do marido, ser submissa. Porém o marido não pode ser autoritário, o seu modelo deve ser Jesus, Ef 5:23-25. Assim o marido deve cuidar da manutenção da família, I Tim. 5:8.

IV. O MARIDO DEVE SER O SACERDOTE DO LAR

O marido deve ser guia espiritual da família, devendo estabelecer na mente e coração de sua esposa e filhos a singular importância de ter o altar da família sempre em pé. Deve ser o marido responsável pela manutenção do culto doméstico diário, Ef. 5:26.Ah! como muitos tem falhado!

V. O MARIDO DEVE AMAR A SUA ESPOSA

Quando ele ama a esposa, Deus tem liberdade para criar nela o respeito por ele. O marido não deve poupar esforços no sentido de semear este amor, pois é um mandamento bíblico, Ef 5:25,28,29. O marido deve lembrar que quanto mais ele ama a sua esposa, mais a esposa responde a altura desse amor recebido, respeitando-o e tornando-se cada vez mais submissa.

VI. CARREGAR OS FARDOS DELA

Ajudá-la em tudo, pois, a mulher é mais sensível que o homem, I Pedro 3:7.

VII. SER COMPASSIVO

O homem deve ser misericordioso com a esposa, não deve ser dogmático, autoritário e obstinado, mas deve cultivar um espírito de mansidão e sensibilidade com a esposa. Nunca usar linguagem agressiva, evitar gritarias, ira; mas ser compreensível e amigável. Deve louvar sua esposa, nunca zombar da esposa na presença de outras pessoas.Sabe irmãs uma noite eu ouvi um diácono dizer na porta de um templo,quando o culto havia terminado,um grupo de pessoas conversando e este homem ironizando disse para o grupo:lá vem a minha encrenca,era sua esposa aproximando da conversa,e ela inocentemente sorria ao ver aquele babaca usando aquela linguagem desumana.QUE COISA COISA RUIM!

Conclusão

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE O CASAMENTO

O casamento envolve um relacionamento tríplice: Físico, emocional e espiritual

I. ASPECTO FÍSICO

Atração natural, na verdade quando o Senhor faz de alguém um irmão ou uma irmã na fé, a questão da atração física não está envolvida, mas, na união pelo casamento surge esta consideração.

Aspecto da alma

Emocionalmente o casamento é almas que se apegam, mas, individualmente são diferentes na: visão, natureza, caráter e na educação. Por esta razão a unificação gera conflitos e precisa ser administrados.

Fatores importantes relacionados com a natureza ou caráter

A atração natural ou física é temporária , enquanto a natureza de cada um é mais permanente. É evidente que o amor entre os incrédulos tem sua base na atração física , carnal, é o amor Eros. Quem constrói sua vida conjugal nesta base o risco é inevitável, pois o casamento por certo está edificado sobre uma base frágil, vulnerável.

Disparidade da natureza (Organizado ou desordeiro)

Exemplo: Pessoa excessivamente ordeira (perfeccionistas), estas são aquelas que costumam ir atrás do cônjuge arrumando cada coisa que ele deixa fora do lugar.

Um dia visitando um certo irmão num desses bairros de São Luis, , ao chegar fiquei surpreso ao ver o irmão jogando o travesseiro no chão e virando as cadeiras. Então perguntei  o porque daquela atitude, ele então respondeu, que agia assim porque se sentia extremamente feliz, pois naquele dia a esposa tinha ido visitar os pais. Ele vinha sentindo tão grande frustração com a mania de ordem da esposa, que a ausência dela foi como um toque de liberdade para o marido. Ficou chocado com isso? Mas é o que se ver hoje em dia!

Frio ou amoroso

No casamento, um dos dois demonstra muita simpatia com as pessoas, tratando. Igualmente todos com afeição, por julgar que todos são dignos de amor. Porém o outro é o oposto, é frio e indiferente com as pessoas, a ausência de amor e simpatia são perceptíveis. Sem dúvida existe problema de ambos os lados, um conflito de naturezas. Aquele que ama as pessoas no trato demonstra afeto , tem um companheiro que age da mesma forma. Certamente, ambos terão um interesse comum a uni-los, neste caso, será para os dois, este aspecto do casamento.

Entretanto, se o cônjuge é vazio de sentimentos e frio, terá que suporta-lo e ele também, pois um terá que suporta a liberdade, enquanto o outro terá que suportar liberdade, enquanto o outro terá que suportar o indiferentismo, o que não é nada harmonioso.

Indolente ou ativo

Por exemplo: O cônjuge acha insuportável acompanhar a sua esposa em suas andanças, por um determinado tempo ele pode suportar esta situação, mas, talvez não para sempre. Este não é um problema moral, mas de temperamento que não foi considerado antes do casamento.

SEGUNDO ASPECTO: ESPIRITUAL

Para que um casamento seja bem sucedido, além dos fatores humanos e materiais, deve haver acima de tudo uma unidade de propósito espiritual, ambos devem viver para Deus. Evidentemente, o casamento que tem esta base sólida, tem condições suficientes para enfrentar os obstáculos do dia a dia.

Jesus Cristo afirmou: A permanência da casa depende do seu alicerce, pois tanto aquela que está edificada sobre a rocha, como aquela que está edificada sobre a areia enfrentarão os mesmos desafios e quando ambos tiverem enfrentado o temporal, a fúria do rio e o vento tempestuoso, apenas uma permanecerá inabalável, Mateus 7:24 a 27.

Reflexão: Conforme Mateus cap. 7, qual o número de tua casa? 24 ou 26 ?

O ajustamento conjugal

No momento do casamento, não existe marido “pronto”, nem esposa “pronta” tipo “produto final”, para a jornada da vida conjugal. Noivos e noivas vêm de universos sociais diferentes, e trazem essas diferenças para o casamento. Às vezes trazem traumas que geram sérios problemas no casamento. Nunca se ouviu dizer de um garimpeiro ter encontrado um diamante lapidado e pronto. O casamento não é uma exceção. Tem que ser melhorado, ajustado, fortalecido e “lapidado” com o tempo. O ajustamento conjugal é a área mais difícil do casamento, e quase sempre é negligenciado, ou esquecido pelos casais:

a. Por ignorância do que é o casamento;

b. Por desleixo do casal;

c. Por desinteresse do casal em melhorar o casamento;

d. Por despreparo para o casamento e por excesso de autoconfiança.

Certos de que o casamento se ajustará por acaso, e que o seu companheiro nunca conhecerá ninguém mais interessante que ele, com a desculpa de que “eu sou assim mesmo” e o outro terá de aceitar-me como sou.

O ajustamento conjugal, não ocorre na lua de mel, especialmente a parte sexual. Esta leva um bom tempo para ajustar-se. Os primeiros dias dos casais costumam ser marcados por ignorância dos fatos, e por imprudência. Tudo ainda é deslumbramento e emoção. Com o passar do tempo e a rotina é que aparecem os desajustes.

a. O ajustamento conjugal na Bíblia: (Gênesis 2:24).

b. O ajustamento conjugal não é obra do acaso.

O casal que não cuidar disso, nunca o terá, isto é será sempre desajustado.

Ajustamento conjugal é a adaptação de um cônjuge ao outro, por amor, na nova forma de vida que é o casamento. Essa adaptação de um ao outro inclui o reconhecimento de falhas, faltas, diferenças, virtudes e defeitos um do outro, enquanto cada um procura melhorar e fazer o outro mais feliz. Ajustamento conjugal é a compreensão um do outro enquanto cada um procura melhorar, e significa agir sempre em termos de “nós” e “nosso”, e não “eu”, tanto da parte dele como dela. “Você feliz primeiro.”

FATORES DE AJUSTAMENTO CONJUGAL

1. Maturidade

2. O amor predominantemente afetivo, pleno e mútuo

Todo casal pode divergir em muitos pontos no início, e uma das evidencias de sua maturidade e ajustamento é a capacidade dos dois de resolverem suas divergências, sem briga, sem ofensas e sem abalar nem ameaçar o casamento.

A imaturidade dificulta, e quase sempre impede de vez o ajustamento conjugal.

Uma das formas de imaturidade é o casamento precoce, um dos maiores erros que se pode cometer na vida. Metade deles não duram cinco anos, e se duram, não se ajustam.

a. Conhecimento e compreensão um do outro – A ignorância é sempre danosa em que área da vida for, a ignorância do próprio temperamento gera grande parte dos conflitos de personalidade do casal.

b. Tolerância, paciência e gentileza recíproca entre os dois

c. Tempo reservado para tratarem de assuntos conjugais e domésticos

d. Responsabilidade em geral e Dedicação a Deus da parte dos dois

e. Participação do casal em estudos bíblicos, seminários específicos para casais ou para família, conduzido por pessoas habilitadas e preparadas diante de Deus e dos homens, em terapia da família.

f. O cumprimento pelos dois, de 1 Co 7.3-5.

g. Boa saúde física, emocional, nervosa, mental e espiritual.

h. O ambiente do lar, se é de calma, sossego; ou de perturbação, interferência de terceiros, falta de privacidade, tensão, desarmonia, queixas, desconfiança, reclamações e Fidelidade conjugal dos dois e casamento feito no Senhor.

ÁREAS DA VIDA CONJUGAL EM QUE DEVEM OCORRER O AJUSTAMENTO

1. Área amorosa

Marido e mulher devem desenvolver a capacidade de se amarem mais, através da c o m u n i c a ç ã o, da expressividade e do carinho. O amor conjugal se não for cultivado através da comunicação, da afetividade e do companheirismo, cairá na rotina, esfriará e poderá morrer.É nesse aspecto que muitos casamento fracassam por não viverem o que citei acima;é o que  falei numa cerimônia de casamento que realizei ano passado aqui em São Luis

2. Área social

O casamento no plano humano é uma pequena sociedade entre duas pessoas.

3. Área psicológica

O conhecimento pelo marido da psicologia feminina, e a natureza geral feminina e seu comportamento, bem como o conhecimento pela esposa da psicologia masculina, e a natureza geral masculina e seu comportamento.

4. Área espiritual

A imaturidade espiritual “natural”, é a do novo convertido. A imaturidade espiritual “retardada”, é a do crente carnal. A imaturidade espiritual “crônica”, é a do crente sempre carnal e frio. Devemos considerar também os males do “fanatismo religioso” (ou qualquer outro tipo de fanatismo) na vida dos cônjuges.

5. Área sexual

É a área do ajustamento físico. A vida sexual do casal não é um mal necessário (como pensam alguns, por ignorância), mas, uma benção, se tudo estiver de acordo com a revelação divina – a Bíblia. Deve haver a compreensão por ele e ela, das diferenças afetivo-sexuais homem/mulher, quanto à estímulo e desempenho sexual.

COMO SUPERAR A CRISE CONJUNGAL

Primeiramente é necessário saber distinguir os sintomas da crise.

Toda enfermidade se detecta por seus sintomas. Quando surgem dificuldades na convivência, relacionamento e intimidade do matrimônio,significa que algo vai mal.

I. Superando as falhas do passado

1. As falhas na vida conjugal, serão apagadas, quando ocorre o perdão

2. Após ser perdoado devem juntos confessarem a Deus todos estes pecados

3. O perdão divino, ocorre após o perdão humano, Mateus 6.14.

4. Depois é só reiniciar uma nova vida, aplicando no dia a dia, Filipenses 3.13.

II. Quais são os sintomas mais comuns?

Silêncio, falta comunicação, (diminuição do diálogo); Descontente com tudo, (nada agrada); Desinteresse pelas coisas do lar e do casamento; Discussões e gritarias sem motivos, (irritabilidade); Críticas injustas, ingratidão; desatenção premeditada em sinal de vingança; Isolamento do cônjuge e se achega mais aos filhos; Ciúmes.

III. Atitudes fundamentais

Intervir quando os primeiros sintomas do mal aparecerem, em hipótese alguma, esperar que a doença fique mais grave. Não existe efeito sem causa e a causa pode ser você. O diálogo deve ser aberto, franco e sincero.

Se existe feridas só irão sarar quando curadas de dentro para fora.

1. Responsabilizar ou jogar toda a culpa no outro, gera discussão e dificulta a solução. Deve haver disposição para reconhecer os próprios erros.

2. Ter a capacidade de constatar os erros cometidos, a humildade de admiti- los e a coragem de se refazer.

3. Falar com sinceridade sobre tal situação ou atitude.

4. Procurar a ajuda de um conselheiro capacitado e de confiança.

5. Tratar de descobrir a causa ou as causas do sintoma.

6. Não depositar toda a culpa sobre a outra pessoa. Cada cônjuge tem responsabilidade sobre seus problemas. Não existe causa que inclua apenas um dos cônjuges. O problema de um, também é problema do outro, Lc 6:41-42.

7. Cada qual deve perguntar-se a si mesmo: Quais são meus defeitos e falhas? Onde estou errado? Quanta culpa tenho do que está acontecendo?, I Co 2:11.

8. Saber perdoar. Quem não sabe perdoar, alem de provar sua pouca inteligência, não sabe amar, é cego e se arrisca a não ser perdoado por Deus, a quem pedimos continuamente misericórdia e perdão, Mt 6:14;18:21,31-35;Mc 11:25,26

9. Pedir desculpas. Nunca o cônjuge é tão grande como quando é humilde. Um cônjuge que sabe pedir perdão, jamais naufragará.

10. Recuperar o verdadeiro sentido do matrimônio. Depois do amor para com Deus, nada existe maior que o amor no casamento, Mt 19:5-6; Ec 9:9; 4:9-12.

11. Aprender uma segunda vez a amar. Saber recomeçar a vida. Aprender a revalorizara palavra empenhada. O matrimônio é o fruto de dois consentimento, de dois si, de duas palavras dadas.

12. Juntos invocar o auxilio Daquele que pode todas as coisas, Lucas 1.37.

II. Em que circunstância a abstenção das relações íntimas é correta ?

1. Quando esta abstenção está de acordo com os preceitos bíblico

2. Esta separação física, deve ocorrer sempre com um propósito, (I Co 7.5)

3. O tempo deve ser sabiamente estabelecido, para evitar cair em tentação

4. A abstinência deve obedecer o princípio encontrado em: I Co 7.5.

JUGO DESIGUAL NO CASAMENTO

“Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas?” II Co 6.14

Como administrar, um casamento em que existe jugo desigual?

I – Incompatibilidade

Na lei mosaica era proibido colocar dois tipos opostos de animais, debaixo de um mesmo julgo, para ararem na terra. Exemplo: um animal rápido e outro lento, até mesmo o próprio Deus proibiu tal união, Dt 22:10.

Em relação a união conjugal, o principio da compatibilidade deve ser mantido Amos 3:3, está escrito: Andarão dois juntos, se não estiverem de comum acordo?

A incompatibilidade se manifestará logo, pois um vai em direção ao inferno, outro em direção ao céu, um vai por um caminho e o outro insiste em seguir para o outro lado, um busca a abundância terrena, outro em busca de bênçãos espirituais, um é luz e outro é trevas, um é filho de Deus e o outro filho de belial.

Como sustentar uma situação assim ? tal julgo não pode subsistir, por isso, a palavra de Deus ordena o casamento no Senhor. Uma escolha contrária, trará imediatamente prejuízos inimagináveis.

Procedimento correto de uma pessoa cristã casada com um incrédulo

1. Se ele consentir, a união não deve ser desfeita, I Co 7:12,13

2. O salvo porém, deve estar consciente das dificuldades, Lc 12:52

3. Se ele (a) quiser se separar, deixe que o faça, I Co 7:12,13 e 15

Obs. Portanto, se um marido incrédulo, exigir que sua esposa faça a escolha entre ele e sua fé em Deus, a bíblia é clara: que se aparte, porém se permitir existe é claro a possibilidade do não salvo aceitar a fé em Cristo.

Relacionamento Conjugal com o Descrente

1. Deveres para com o marido, não crente, I Pe 3.1-2

A mulher não deve pensar que a sua conversão a Cristo, isenta-a do dever de submissão ao marido, pelo fato deste não ser cristão. A submissão, a bondade, o amor e o respeito, são deveres cristãos da mulher para com o seu esposo, seja ou não cristão, (conforme, texto acima). Todavia, convém registrar que submissão, aqui não significa escravidão ao marido, mas uma obediência espontânea, racional e coerente.

2. A influência da mulher crente no lar

A prudência e a submissão da mulher cristã, são os melhores meios para ela conduzir o marido não crente a salvação em Cristo. Não existe algo mais conveniente para a conversão de uma pessoa do que o testemunho de outra que tenha um a vida real de experiência com Deus. cumpri-se, Mateus 5:16.

3. Castidade e pureza, I Pe 3:2

Neste texto, Pedro está doutrinando também as mulheres crentes. Estas devem saber que quase sempre o descrente se torna um atento observador do comportamento da esposa. Sendo assim, a conversão verdadeira da esposa se torna um excelente meio de ganha-lo para Cristo. Toda mulher crente que evidencia a sua conversão, torna-se melhor esposa e mãe, Provérbios 31:30.

O DIVÓRCIO DE ACORDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA E A BÍBLIA

As estatísticas de divórcio são assustadoras. Elas refletem falta de respeito, na sociedade moderna, pela vontade de Deus. A prevalência do divórcio entre as pessoas chamadas por Deus é ainda mais alarmante. Lembramo-nos tristemente que muitos que dizem servir a Deus não odeiam o que ele ardentemente detesta Malaquias 2:16 e Apocalipse 2:6.

Apesar dos esforços humanos para esquivar da vontade de Deus, podemos entender e seguir seu ensinamento sobre casamento, divórcio e novo casamento.

De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios e separações judiciais cresceu 32,5%, enquanto o de casamentos caiu 6%. Estamos realmente vivendo em uma época em que as separações entre casais estão cada dias mais comuns. Entretanto o que mais nos preocupa é a questão da separação no meio cristão que, infelizmente, cresce também em nível assustador.

O DIVÓRCIO SEGUNDO O PONTO DE VISTA CONSTITUCIONAL

O divórcio do ponto de vista “constitucional” é diferente do “divórcio bíblico”

O divórcio no Brasil foi sancionado pela lei 6.515 que o regulamentou em 26 de dezembro de 1977, desde então, o divórcio se tornou “legal” em nosso país. Ressalva: Porém, nem tudo o que é “legal é moral”.

LEI Nº 6.515, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1977

Regula os casos de dissolução da sociedade conjugal e do casamento, seus efeitos e respectivos processos, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º – A separação judicial, a dissolução do casamento, ou a cessação de seus efeitos civis, de que trata a Emenda Constitucional n.º 9, de 28 de junho de 1977, ocorrerão nos casos e segundo a forma que esta Lei regula.

CAPÍTULO I – DA DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE CONJUGAL

Art. 2º – A sociedade conjugal termina:

I – pela morte de um dos cônjuges;

II – pela nulidade ou anulação do casamento;

III – pela separação judicial;

IV – pelo divórcio.

Parágrafo único – O casamento válido somente se dissolve pela morte de um dos cônjuges ou pelo divórcio.

A verdade é que o divórcio é um recurso legal, no Brasil, e qualquer pessoa pode recorrer a ele.

O divórcio no Brasil foi sancionado pela lei 6.515 que o regulamentou em 26 de dezembro de 1977, desde então, o divórcio se tornou legal em nosso país. Direito de requererem a dissolução de seu casamento, desde que comprovem:

1. Estarem separados, de fato, há 5 anos antes da vigência da lei.

2. Estarem separados judicialmente, há 1 ano`.

Essa “saída” judicial é muito cômoda para o juiz, mas é inquietante para aqueles que gostam sempre de saber “quem é o culpado” numa ação de divórcio ou para aqueles que sabem que nem tudo o que é legal é moral. A verdade é que o divórcio é um recurso legal, no Brasil, e qualquer pessoa pode recorrer a ele. A questão crucial para os cristãos é saber se devem, e, em que circunstâncias podem, se valer desse recurso.

E como os cristãos procuram pautar suas vidas pela Bíblia, nada mais lógico do que irmos à Bíblia para sabermos o que ela diz sobre o divórcio.

O DIVÓRCIO SEGUNDO O PONTO DE VISTA BÍBLICO

I. A atitude bíblica de Deus e o divórcio

A. Deus odeia o divórcio, Malaquias 2.16

B. Não foi isto que Deus estabeleceu no príncipio, Mateus 19:8

C. O divórcio é pecado (Mateus 5:32; 19:9; Lucas 16:18).

D. O divórcio, não é um estilo diferente de vida conjugal criado por Deus ou uma opção que é permitida por Ele que alguém pode escolher se achar conveniente.

II. A instituição do divórcio

“O casamento é uma instituição divina”, pois foi feito por Deus como a primeira instituição na terra. É uma instituição perfeita, permanente na terra, o alicerce da sociedade e uma união contratual, enquanto que “o divórcio é uma Instituição humana”, pois foi estabelecido por causa da falta de percepção espiritual, deturpou o que era perfeito. O divórcio foi o resultado. O que o homem inventa, tem imperfeições. O divórcio causa tristezas, cicatrizes emocionais, males na sociedade, corrupção das outras instituições da qual o homem está envolvido, tais como governo, igreja, escola, etc.

III. O divórcio no Velho Testamento

A Lei não permitiu divórcio, Deut. 22:13-21.

A parte infiel era morta pelo apedrejamento. Depois, evidentemente por causa da insistência do povo, o divórcio foi permitido com qualificações. Em todo caso, foi só por causa de pecado, Deut 24:1-4, “coisa indecente” e Moisés, acrescenta:

Lv 18:20, – Fala sobre o adultério, resumindo no v 29 dizendo: Todo aquele que praticar alguma destas abominações, será eliminado de seu povo. O que significa que automaticamente seu matrimônio havia acabado.

IV. O divórcio no Novo Testamento

1. Jesus rejeitou o divórcio, Mt 19.4-6

2. Revelou o verdadeiro motivo da permissão do divórcio, Mt 19.8

3.Jesus ratificou o príncipio estabelecido por Deus, quando reafirmou categoricamente que a vontade básica de Deus sempre foi a mesma: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.

4. Os fariseus, “Judeus”, perguntaram se Jesus ensinava que divórcio podia ser “por qualquer motivo” Mt 19:3. Parece que eles estavam trazendo argumentos antigos do tempo de Moisés a Cristo, Deut 24:1-4, para ver o que ele falaria. Cristo deixou claro que a única razão era só “por causa de prostituição” Mt 5:32; 19:9.

O efeito desta exceção era para ter moralidade entre os casais crentes. Esta exceção era vista como muito rígida na sociedade dos Judeus no tempo de Jesus “e em nossa de hoje também”. Por isso os discípulos reagiram com surpresa, “Mat. 19:10″. Moralidade e decência não são opções entre o povo que quer agradar Deus em tudo. A cláusula que consta essa exceção, “não sendo por causa de prostituição”, é dada para deixar ciente que os que passam pelo divórcio fora desse padrão cometem adultério se casarem outra vez.

CONCLUSÃO

I. O Divórcio é Pecaminoso

Há razões básicas porque o divórcio é pecaminoso:

Primeiro, Deus disse: Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem, Mc 10:9.

Segundo, é pecaminoso por causa do que o homem faz à sua companheira, quando ele se divorcia dela. Jesus disse que ele a expõe cometer adultério, “Mateus 5:32″. Fazer com que outro tropece e se perca é um pecado tremendamente horrível “Mt 18:6″.

Terceiro, o divórcio é pecaminoso, porque eu prometi ficar com minha esposa até que a morte nos separe. Deus detesta a mentira e a quebra da promessa Apocalipse 21:8; Romanos 1:31.

II. O Casamento de Divorciado é Adultério

A pessoa divorciada não tem a opção de se casar novamente. Em 1 Coríntios 7:10-11, Paulo deu duas escolhas àqueles que haviam se divorciado: permanecer descasado ou então se reconciliar com o seu par. Novo casamento de divorciados é adultério. É adultério para aquele que se divorcia de seu par “Marcos 10:11-12″, para aquele que está divorciado “Mateus 5:32″ e para aqueles que se casam com pessoas divorciadas “Lucas 16:18″. De acordo com Romanos 7:2-3 o adultério continua enquanto se está casado com um segundo par e o primeiro ainda vive.

III. O Arrependimento Significa Separação

Desde que nenhum adúltero pode ir para o céu “I Co 6:9-11″ e desde que Deus julgará os adúlteros “Hebreus 13:4″, aqueles divorciados que estão cometendo adultério por haverem se casado novamente necessitam urgentemente de serem perdoados. Mas o que têm eles que fazer para receber perdão? Têm que se arrepender, “Atos 2:38″. O arrependimento envolve o abandono das práticas pecaminosas; neste caso, a desistência do adultério. Os Coríntios foram limpos depois que eles deixaram suas p r a t i c a s pecaminosas, I Coríntios 6:9-11.

O Evangelho sempre exige a separação do pecado. O beberrão deve separar-se de sua garrafa, o idólatra de seus ídolos, o homossexual de seu amante, o adúltero de seu par ilegal.

IV. EXCEÇÃO: Exceto Por Traição

Toda a pessoa divorciada de um companheiro vivo comete adultério quando se casa novamente, exceto aquele que se divorciou de seu par por traição conjugal (Mateus 19:9). Nenhuma exceção é dada àquelas pessoas cujos divórcios não envolveram traição. Nenhuma exceção é dada àqueles que receberam o divórcio. A exceção é dada somente àqueles que se divorciaram por motivo de traição do outro cônjuge.

Síntese

1. Aquele que conhece a Deus, não deve se divorciar, Mt 19. 4-6

2. Se divorciar, que fique sem casar, I Co 7.10,11

3. Os cristãos que se divorciam não tem opção de casarem-se outra vez a não ser com o cônjuge com quem se divorciou, através da reconciliação.

4. O divórcio não é compulsório – Mesmo existindo infidelidade, é opcional, pois o ofendido (a) pode perdoar.

5. O divórcio não é uma opção, mas sim uma exceção, Mt 19.3-9.

6. Novo casamento em adultério – A pessoa divorciada não tem a opção de se casar novamente. Em I Coríntios 7:10-11, Paulo deu duas escolhas àqueles que haviam se divorciado: permanecer descasado ou então se reconciliar com o seu par.

7. Novo casamento de divorciados é adultério. – É adultério para aquele que se divorcia de seu par, Mc 10:11-12, para aquele que está divorciado, Mt 5:32, e para aqueles que se casam com pessoas divorciadas Lc 16:18.

8. De acordo com Rm 7:2-3 o adultério continua enquanto se está casado com um segundo par e o primeiro ainda vive. – Portanto, toda pessoa divorciada de um companheiro vivo comete adultério quando se casa novamente, exceto aquele que se divorciou de seu par por traição conjugal, Mt 19:9. Nenhuma exceção é dada àqueles que receberam o divórcio.

A SALVAÇÃO DA FAMÍLIA

I. Família, um projeto de Deus

Ao projetar a família, Deus viu que era um bom e que a união serviria para a felicidade do casal, Gn 1:27,28

Deus viu a necessidade da instituição da família, Gn 2:18. Evidentemente, desde o principio, o Senhor estabeleceu o casamento e a família que emana Dele, como a primeira e sem duvida a mais importante instituição humana na Terra.

O homem “Adão” ficou feliz , louvou ao Senhor e profetizou acerca do casamento para todas as gerações, Gn 2:23-25.

II. Os propósitos de Deus para a família

Abençoar a família, Gn 12:3

Abençoou a casa de Noé, Gn 9:1

Abençoou a casa de Obede-Edon, II Sm 6:11

Harmonia no lar, Sl 128:2-4

III. A salvação da Família – O propósito e o alcance da salvação de Deus é toda casa, ninguém deve reduzir este alcance.

A salvação da família no Antigo Testamento.

A família de Noé, Gn 7:1, todos entraram.

A arca não era para ” uma pessoa” mas, para toda a família.

A família de Raabe, Js 6:17, todos foram salvos através do cordão escarlate.

A família de Josué, Js 24:15,ele entrou com toda a família na terra prometida.

IV. A Salvação na Família nos Evangelhos

A família de Zaqueu, Lc 19:9, Decl.Jesus, hoje veio a salvação á esta “casa”

A família do Régulo, Jo 4:53, A cura e salvação extensiva a ” toda família”.

V. A Salvação da Família nas Epistolas

A família de Estéfanas,ICo1:16,o batismo,prova que todos creram no Senhor

A família de Onesíforo, II Tm 4:19;1:16, uma f a m í l i a salva e solidária.

PERGUNTAS E RESPOSTAS OBJETIVAS

1. O que enfraquece e destrói o amor?

Falta de dialogo; Superficialidade; Traição e egoísmo; Ausência de sinceridade; Incompreensão e incompatibilidade; Ciúme sem causa; Falta de Deus.

2. O que sustenta o amor e favorece o seu crescimento?

A aceitação mútua; A capacidade de dialogar; Fidelidade; Respeito mútuo; Domínio próprio; Sinceridade, atração mútua, física, moral e espiritual; Deus.

3. É pecado limitar o número de filhos?

A. É pecado quando o método ou os métodos empregados, provoca a morte embrionária ou fetal.

B. É pecado quando a ação de limitar filhos debilita ou destrói o propósito de Deus para a intimidade conjugal, “Agora serão uma só carne”.

C. É pecado quando a mulher rejeita a maternidade, egoísta e vaidosamente.

D. É pecado quando o método anti-conceptivo afeta a saúde física e mental da mãe.

E. É pecado quando o ato de limitar filhos gera na consciência um sentimento de culpa e de arrependimento, porque não existe justificação diante de Deus tal determinação.

4. Como discipular os filhos?

Nas Sagradas Escrituras estão estabelecidas todas as normas necessárias para que os pais sejam guiados no bendito propósito de dar a seus filhos o melhor da herança da vida: Formação espiritual e moral, como também os hábitos e modos de comportamento e convivência, Ef 6:4; Hb 12:6,8,11; Provérbios 3:12; 22:6.

5. Quais os principais perigos que a família cristã enfrenta atualmente?

1. Consumismo;

2. Materialismo;

3. Drogas em geral;

4. Aumento da iniqüidade;

5. Diminuição do amor;

6. Mídia (Radio; Internet)

I. LITERATURA

Outro inimigo terrível do lar é a má literatura. Ressalvadas as exceções, grande parte do que se vê nas livrarias e bancas de jornal é a literatura pornográfica, cuja finalidade não é outra senão despertar no leitor o erotismo, a sensualidade, a lascívia, o desejo de prostituição. É o apelo forte às obras da carne. Se o cristão não vigiar, e começar a ler essa literatura, acabará sendo arrastado ao erotismo pecaminoso, incentivador do adultério, da prostituição e das práticas bestiais do sexo: é o sexo sujo, lamacento, imundo, nada condizente com o uso do corpo que é o “templo de Deus”. Outro tipo perigoso da literatura é aquela que, de maneira sutil, exalta o materialismo, os vícios, as idéias que afastam o homem de Deus, bem como o que defende falsas doutrinas religiosas, e políticas. As revistas, bem mais à mão do que os livros, também estão há muito dominadas por temas perigosos, tais como o amor livre, a infidelidade conjugal, conteúdo vazio, fofocas, a violência e outros exemplos degradantes. Tudo isso são inimigos do lar, que precisam ser evitados e combatidos.

II. TELEVISÃO

Considere algumas estatísticas:

Mais casas na América (98%) têm mais TV do que banheiros dentro de casa. A típica classe média americana tem no mínimo 3 TVs e gasta 230 horas cada ano vendo TV. Comparando com 2000 horas gastas cada ano provendo o sustento (40 horas por semana X 50 semanas). A média de crianças americanas que vêem TV é de 6 horas por dia. O mesmo tempo que gastam na escola. Quando a criança entra no jardim de infância, ela já viu em média, 8000 horas de TV. Para por isto grosseiramente, o tempo gasto com a TV pelas crianças é maior do que o tempo gasto pelo adulto no trabalho e as horas que as crianças passam na escola. Compare isto com o tempo que nós gastamos como Igreja, atividades cristãs, culto familiares ou estudo pessoal da bíblia, e nós facilmente nos envergonhamos. Quem entre nós gasta mais do que 4 ou 5 horas semanalmente em tudo isto, a não ser que estejamos totalmente envolvidos na obra de Deus ?

Vários anos atrás, uma pesquisa importante foi conduzida entre evangélicos e fundamentalistas para determinar hábitos de assistir TV.

O resultado da pesquisa foi que a população evangélicos – fundamentalistas tinha os mesmos hábitos de TV que a grande sociedade. Se mamãe e papai são como os demais em seus hábitos com a TV, por que eles devem se queixar, se seus filhos são como os demais em seus hábitos com a TV? Com nossos filhos, nosso exemplo sempre falará acima dos nossos “sermões”.

Então, por que eu devo me importar se meus filhos vêem TV da mesma maneira que seus amigos da escola fazem?

Primeiro: Considere aquelas 2000 horas que seu filho “investe” cada ano na telinha. Este é o melhor uso de 2000 horas? Se seus filhos gastam aquelas muitas horas com a telinha, qual o tempo que sobra para:

- Conversa em família

- Cultos familiares

- Boa leitura

- Tempo de lazer

- Desenvolvimento criativo através de boas atividades

- Tempo tranqüilo, tempo para crescer sem as atrações e brilhos deste mundo.

Segundo: Você está certo de que você sabe o que seu filho está vendo?

Enquanto a telinha está “tomando conta”, está também doutrinando, instruindo. Está ensinando seu filho algum valor severamente distorcido. Quase tudo que você crê como cristão é, nesta hora, ridicularizado e falsificado ou feito para ser visto sem importância na TV. Ocasionalmente nós vemos saudáveis valores imergirem, mas isto tem se tornado mais exceção que regra. Nós crescemos acostumados a distorcer idéias que estão realmente erradas acima de tudo.

Terceiro: Muitas vezes você transfere seu dever paternal para um alto grupo de estranhos e você pode esperá-los fazer da maneira deles. Eu, realmente, não quero um produtor, que está faminto por audiência, criando meus filhos ou netos.

Quarto: Você realmente gostaria que seus filhos crescessem num padrão de vida, descrito ou retratado num telinha? Você realmente gostaria de ver seus filhos envolvidos diariamente numa vida sangrenta; violência, sexo, linguagem grosseira, imagens familiares distorcidas, valores vãos e pensamentos anti-cristãos? Você e eu não pensaríamos em expor nossos filhos a todas estas coisas na vida real. Mas nós, descuidadosamente envolvemos nossos filhos numa projeção destas coisas dentro de um impacto maior que a vida.

Quinto: Compare o comportamento na TV com o andar que você deseja na sua vida familiar. Parafraseando uma pequena canção: “Como você os mantém na fazenda, depois que eles tenham visto TV?” E sobre nossas urgentes necessidades, como crianças e adultos, por tempo tranqüilo, tempo para refletir ou meditar sobre Deus, tempo para cheirar as flores, para ser criativo, tempo encontrar Deus?

Nossos filhos não podem fazer nada dessas coisas enquanto o telinha está destruindo neles o que foi construído, nem você pode.

Sexto: Você está satisfeito com o típico personagem da TV, como modelo para seus filhos? O que será, se seu filho se tornar esse tipo de pessoa? Você ficará satisfeito, ou você tem um alvo diferente para seu filho?

É fácil pensar que a TV tem tanta atração e brilho, que nós pais nunca podemos competir com ela: Nossas crianças estão viciadas, então nós também devemos desistir. Isto é um mito; Isto simplesmente não é verdade! Seus filhos estão famintos por você como uma pessoa. A TV não pode mesmo, começar competir com você, se você está desejoso e pronto para se envolver pessoalmente com eles e conversar com eles.

1- A TV não pode falar o nome de seus filhos (ou o seu), a não ser genericamente por acidente.

2 – A TV não tem, absolutamente, interesse pessoal em seu filho e nem mesmo sabe que ele existe. Seu filho é impessoal, é uma mera estatística, ele é apenas mais um na audiência total.

3 – A TV está totalmente desinteressada em quem é seu filho; o que ele pensa, como ele age, o que ele aprendeu na escola hoje, se ele ama a Deus ou o odeia, se ele ama a você ou o odeia. Nada mais que uma estatística de marketing.

4 – A TV não tem qualquer conceito para seu filho. Mas você, querido pai, tem a oportunidade; não, o privilégio de sussurrar o nome de seu filho para ele centenas de vezes cada dia. E com isto você pode transmitir vibrações que a TV não pode enviar; conceitos pessoais e interesses que seu filho está confiante para assimilar.

5 – A TV não pode aninhar seu filho no colo e ler um livro para ele.

6 – A TV não tem colo, como minha mãe e meu pai tinham, como minha esposa e eu temos, como você tem e qualquer que abrace seu filho.

7 – A TV não está interessada em contato de carne e sangue, em tocar; no calor pessoal. Não tem calor de respiração nem som do coração da mãe batendo; nem o piscar dos olhos, olhando dentro da face dele, nem doce sorriso dirigido àquele único, sentado em meu colo, nem comunicação pessoal um a um.

8 – O que a TV disse a seu filho esta manhã, não foi realmente dito para seu filho. Isto foi dirigido para uma imagem de marketing lá fora. Seu filho foi incluído somente como uma estatística, não como uma pessoa com necessidades pessoais. O que você disse para seu filho esta semana, veio de um coração de amor e cuidado, um desejo para aquele sucesso individual, um vivo desejo que aquela pessoa venha a conhecer a Deus.

9 – A TV nunca substituirá o ouvir um bom livro enquanto senta no colo dos pais, a não ser que nós pais, abdiquemos de nossos reais direitos e privilégios e os deixemos para estranhos com objetivo radicalmente diferente do nosso.

10 – A TV nunca abraça sua criança quando ela fere seu dedo ou seu amigo faz piada dela. Neste momento de ferida e necessidade pessoal, sua criança nunca pode correr repentinamente, lançar-se para dentro do quarto, se voltar para a TV e ter o consolo que precisa. Isto não está lá! Mas você está lá! É o seu caloroso abraço que conta numa hora como aquela. Todas as produções 5 estrelas de Nova Iorque são indignas, não valem nada num momento como este. Mas um simples e amoroso abraço de mamãe ou papai é tudo. Lembre-se do poder que você possui num abraço. Todos os eletrônicos no mundo nunca podem competir com um abraço amoroso dos pais. Um carinhoso abraço para uma pequena pessoa ferida. Nós adultos precisamos disto também. Nós, alegremente, negociaríamos vastos recursos para um genuíno abraço de uma pessoa cuidadosa quando a vida golpeia o admirador.

11 – A TV nunca dará um abraço porque ela não tem coração para se importar por sua criança ferida. Atualmente a telinha não tem cérebro para reconhecer as feridas de seu filho e certamente não tem braços para abraçá-lo.

12 – A TV nunca ouve seu filho. Entre os muitos presentes que uma criança quer de seus pais é que sejam ouvintes atenciosos. Mas a TV não tem ouvido. Ela não pode nem ouvirá quando ela correr porta a dentro excitada sobre uma pequena participação numa apresentação da escola. Ela não pode nem ouvirá quando ela quer contar a você sobre um novo amigo na escola, ou que entrou num time de crianças.

13 – A TV ignorará sua criança quando ela quiser fazer uma simples pergunta: “Você ainda me ama?”

14 – A TV me faz lembrar de um esgoto que vi após uma tempestade. De algum lugar o cano é cheio e mantêm seguindo o curso, a correnteza fluindo, se gostamos ou não. Você nunca pode enviar nada de volta através do cano. Todo ele é um único caminho.

15 – A TV cospe as palavras e imagens, e se você está lá, você se assusta. Mas tente fazer uma simples pergunta. Tente contar à TV o que está em seu coração. Ela não tem ouvidos para ouvir, nem coração para se importar se poderia ouvir. Você é ninguém e seu filho é ninguém. É só outro ouvido em que a TV pode descarregar num rio de corrente única. Mas você tem um maravilhoso privilégio: Ver seu filho surgir através da porta com excitantes notícias. Você pode ouvir!

Neste momento você é mais importante para seu filho do que todas as TVs do mundo; se você verdadeiramente ouve. Mais que todas as coisas neste momento, seu filho quer um ouvido atento, uma direta conexão para um atencioso coração.

16 – A TV nunca pode substituir um pai ouvinte. Ela nunca fará isto a não ser que você abandone o seu dever de ser um pai ouvinte! Então, para onde mais seu filho pode se voltar, senão para a antipática caixa com industriosa enxurrada de desprezíveis palavras? E se nós pais não ouvirmos, como podemos convencer nossos filhos que Deus ouve?

17 – A TV nunca pode colocar seu filho na cama à noite e orar com ele. Nunca! Mas você pode! Você tem a única, em um milhão de oportunidades, para fazer um simples ato de amor que todos os produtores de TV no mundo não podem enviar através dessas pequenas caixas.

18 – A TV não pode falar com seu filho sobre as coisas boas e as não tão boas que aconteceram para ele hoje. Ela não porá uma mão macia na sua testa e perguntará como ele se sente. Ela não lhe porá um termômetro e não pegará um pouco de água para ele.

19 – A TV não pegará a mão de seu filho gentilmente e dirá: “Eu amo você”.

20 – A TV nunca dará um beijo de boa noite a seu filho. Caso você não saiba, você é a estrela do show.

21 – A TV nunca pode competir com o que você tem para oferecer a seu filho. Você terá mais brilho do que a TV aos olhos de seu filho, a não ser que você transfira a sua responsabilidade paternal para a telinha.

Pastor Maciel – Bacharel em Teologia pela Setemban,Presidente da Igreja Comunidade Cristo Para Todos.

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