Quais os cinco princípios bíblicos para o namoro?

1. Princípio de plantar e colher

Lembrete: polegar.

Faz-se os buracos com o polegar para se plantar sementes de ameixa.

“Nasceu um monte de ameixeiras!!! Mas por que? Eu odeio ameixas! Tinha esperança de que nascessem maçãs!… mas plantei ameixas.”

Quando se fala em uma semente, deve-se hoje mesmo imaginar a árvore e seus frutos – as conseqüências. Raciocine e seja prudente. Seja sábio! Se eu fumar, terei como conseqüências câncer, tuberculose, dentes escuros, mau hálito. Pessoas que dizem “posso namorar uma pessoa não cristã” são pessoas que não vêem o quadro todo, com suas conseqüências no futuro. Tudo que eu faço no namoro trará conseqüência, dará frutos, cedo ou tarde.

2. Princípio do fogão

Lembrete: dedo indicador.

Fico usando o indicador para colocar a mão no forno à lenha quente.

“Ah! Eu sou mais esperto que os outros! Todo mundo põe a mão na chapa e se queima. Eu vou provar que não me queimarei!”

“Coloco saliva no dedo, e… psst! Viu? Não me queimei! Mais um pouco de saliva, e… psst! Viu só? Há! Não me queimei! Olha!!! psst!… psst!… psst!… Não queimou, não queimou!!! Olha! psssst! Aaaiiii! Auuu, me queimei, me queimei…”

Há dois tipos de pessoas: as que vêem os outros se queimarem e pensam “se eu fizer isto, também vou me queimar” e as que pensam que são mais fortes e inteligentes que os outros, e acham que nunca o que aconteceu aos outros poderá acontecer com ela. As primeiras aprendem com os que se queimaram. As outras são prepotentes. Não dão valor a conselhos (mesmo bíblicos, como Pv.6:25, 27-28) e acham que errar de vez em quando não é tão grave: não viciará nem trará conseqüências e, afinal, “eu tenho o controle da situação” – até o dia de não o terem…Se eu nunca namorar uma pessoa não cristã terei quase certeza de que não me casarei com uma pessoa não cristã.

3. Princípio do central

Lembrete: dedo central.

O maior dos dedos, que está no centro, é o dedo central. O primeiro dedo a tocar é este.

“Estamos fazendo algo juntos para Cristo?”

“Quem é o centro da nossa vida e dos nossos relacionamentos?” Se sou cristão e tenho um namoro cristão, então estou afirmando que ele é o centro de minha vida e do meu namoro.

“Amo mais a Cristo ou a minha mãe?” Se minha mãe estivesse na nossa frente quando estamos sozinhos (nos amassando, por exemplo), eu me envergonharia? Mas Jesus sempre está comigo!

Jesus deve estar sempre entre nós. Não peça licença para Ele em hipótese alguma! Lembre-se do primeiro dedo a tocar: que seus toques sejam santos.

4. Princípio da aliança

Lembrete: dedo do anel, da aliança do casamento.

Sinceramente, só saberei se casarei com a pessoa que está ao meu lado quando estiver casado. Portanto, o que temos feito juntos?

Levarei para o casamento as conseqüências de tudo o que fiz antes dele, sozinho ou com outras pessoas.

5. Princípio do rebaixamento

Lembrete: dedo mindinho.

Não rebaixe os seus padrões de namoro. Estabeleça padrões e não os viole. Planeje com antecedência o que vai e o que não vai fazer no namoro. Saiba com quem vai e com quem não vai namorar. Se decidir não estabelecer padrões de namoro, o que fazer quando alguém não temente a Deus te convidar a fazer coisas ou ir a lugares impróprios? Não pensarei: “Na igreja ninguém se interessa por mim… aquele rapaz não é da igreja, mas tá tão afim de mim… me convidou para sair… vou namorar com ele!”. Se estabeleço padrões, nem esquento a cabeça: a resposta já está determinada! E Deus honrará minha atitude! Elevar meus padrões não é a chave para conseguir namorados, mas para conseguir-se um conjugue melhor.

É certo namorar quem não é crente?


Às vezes, a vida é difícil – e solteiros cristãos mais velhos (e até mais novos), com certa freqüência chegam a um ponto em que acreditam que não existe a cara metade cristã para eles.

Aqui estão alguns aspectos para você considerar, se também chegou a esse ponto:

É triste, mas existem muitos incrédulos que são muito mais corretos do que muitos cristãos. São bons cidadãos, se importam com as pessoas à sua volta e estão sempre prontos a ajudar. No entanto, começar um relacionamento com eles é como namorar alguém de outra cultura ou planeta.

Deus levou Paulo a escrever em 2 Coríntios 6:14 “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? ou que comunhão da luz com as trevas?” Ainda que isso possa ser utilizado em qualquer tipo de relacionamento, é comumente aceita como se envolver emocionalmente e se casar com um incrédulo.
Deus, aquele que quer o melhor para nós, é muito claro em Sua ordem.
“Jugo desigual” vem da idéia de, nos dias bíblicos, se colocar dois bois diferentes juntos em um mesmo jugo. Imagine um boi grande e um boizinho. O boi grande vai levar toda a carga e o menor será levado de um lado pro outro sem nem poder se manifestar. Apesar de nós devermos só considerar como cristãos aqueles que são moralmente corretos, a moral não é a essência real a ser levada em consideração. Deus está dizendo que quer abençoar sua relação do começo ao longo dos anos. Pense nisso – se você casa com um (a) incrédulo(a) – você está dizendo que não crê que a fé seja algo importante na relação de vocês. Casamento é encontrar e construir compatibilidades – e na área mais importante, na sua fé, vocês serão incompatíveis. Somos chamados para sermos testemunhas de Deus a todo homem e mulher (Mateus 28). Essa instrução de Jesus significa que somos chamados a responsabilidade de contar a história de Jesus a todos – e ser Sua testemunha. Alguns são tentados a tomar isso como se devêssemos namorar incrédulos e testemunhando a eles, trazê-los para Jesus. Essa é uma aplicação distorcida da Palavra de Deus. “Namorar” implica no desejo de se casar. Namorar um incrédulo pode levar esse incrédulo a fazer o que for necessário para se casar com o crente. Mas adivinhe o que acontece depois que eles se casam? O incrédulo, que não entregou sua vida de verdade para Jesus, volta a agir como a pessoa que é de verdade e não terá porque buscar mais que Jesus seja o centro da relação. Eu encorajo você a manter o foco em Deus e buscar a Sua direção em seus relacionamentos. Ser amigo de incrédulos e usar sua amizade (guiada pelo Seu Espírito) a dividir o amor, a alegria e a paz que você tem porque é cristão. Peça a Deus para usá-lo para levá-los a Cristo. No entanto, não ultrapasse os limites. Deixe que Deus os salve. E se Deus usar você (ou outra pessoa) para trazê-los a Ele, SÓ ENTÃO, comece a considerar a possibilidade de um relação mais profunda. Que Deus te guie em Seu caminho e lhe dê sabedoria em suas decisões.

O namoro deve ter, então, um alicerce espiritual. Pecar contra o corpo é pecar contra o Espírito; mas Deus se preocupa com esse assunto, e, assim, você não está só. Naquele momento mais quente do namoro, lembre-se que você não está só, pois tem o recurso da oração, e de dizer “basta!” Aliás, quem estabelece limites é a moça, não esqueça! É ela quem vai dando limites, e o primeiro limite da moça cristã (e, de resto, de qualquer moça) é “Pára aí! Não, senhor; não é hora, não; não é agora, não; e não é assim, não!”

Quando Cristo é o Senhor, problemas de abrasamento e precipitação são controlados e dominados. Sem Jesus Cristo, porém, vai ficar muito difícil, terrível e desesperançosamente difícil o namoro ter dignidade e propósito.

Buscando a vontade de Deus no namoro

Buscando a vontade de Deus no namoro (Sl 37.4)

Namoro é coisa moderna. No passado não era assim, em algumas culturas. O casamento era arranjado pelos pais, pois haviam muitas conveniências envolvidas, questões econômicas, patrimoniais (para que não houvesse divisão de terras, de posses, os casamentos eram feitos, quantas vezes, dentro das próprias famílias), havia questões políticas. Gilberto Freyre fala em seu ’Casa Grande e Senzala a respeito de mocinhas que se casavam com doze, treze anos com homens bem mais velhos, com trinta e tantos, quarenta e tantos anos. Ele diz com uma nota de muita tristeza que quando essas meninotas/esposas estavam com 22, 23 anos já eram mães de muitos filhos e praticamente mulheres acabadas, sendo que muitas morriam bem cedo. Pobres bisavós e trisavós nossas. Até se chegar aos dias de hoje, à escolha individual do namorado (a), um longo caminho foi percorrido. Hoje, o presidente Lula num ato demagógico inventou a cesta família, ou seja, a mocinha do interior ou da periferia ao completar treze anos ganha em cada filho um salário do governo, ou seja, enquanto outros países como a China e Japão adotam conscientização na população para que não tenham tantos filhos, o governo brasileiro faz o contrário, colocando mais um desamparado na sociedade.

Namoro é uma etapa para conhecimento recíproco da natureza, da consistência e da estabilidade dos sentimentos que estão envolvidos e dos que a ele deram origem. Infelizmente, e com freqüência, o namoro se torna uma corrida mal orientada e desenfreada, que termina com um casamento às pressas. É uma fase importantíssima pelo fato de conduzir a um aprofundamento de relações que é o noivado. É uma fase de educação de sentimentos, de abrir muito os ouvidos e os olhos.

Aliás, “namoro” é palavrinha interessante. Vem do verbo “enamorar-se”, ou seja, “sentir amor por alguém, e inspirá-lo a alguém”. É via de mão dupla. Namorar é buscar amor; é o vestibular do casamento; é período de conhecimento; é período de relacionamento social, e intelectual, e psicológico, e, também, espiritual. As famílias começam a se relacionar, e, assim, cada um vai descobrir quais os valores éticos, morais, comportamentais da família do outro. E não se iluda não, esses fatores que a família tem vão influenciar no casamento. Como é o lar, como se conduzem, como se comportam o pai, a mãe, os irmãos?

Em Ezequiel 16.44 está registrado que “tal mãe, tal filha”, dito que têm uma variação na sabedoria popular. Dizem que se você quiser saber como vai ser a sua esposa daqui a vinte anos, é só olhar para a mãe dela.

Compete aos pais a orientação para o amor. Namoro prematuro, precipitado, pode ser bonitinho, mas, também, altamente problemático. O envolvimento sentimental é forte demais para a cabecinha da garota, e para o coração do rapazinho.

É vontade de Deus que você O busque com respeito ao namorado ou a namorada, pois diz Amós: “Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”. Isso vale para o namoro também. É por essa razão que é preciso começar do modo certo.

E voltando à Palavra de Deus: “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? Ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos? Pois nós somos santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso”.

É vontade de Deus que Jesus Cristo esteja incluso no namoro, bem no meio de vocês dois: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus”. “…Para a glória de Deus” inclusive o namoro. É vontade de Deus que você encare o namoro com muita seriedade.

E Ele deve confirmar o namoro? A resposta só pode ser Sim, por isso há princípios de orientação para quem já está namorando ou se encaminhando para isso. O primeiro é o senso da vontade de Deus. Porque Deus evidencia o que é bom e o que não serve, o que tem esperança de mudar, e o que não a tem. Se você começa a namorar, e acha que vai ser “missionária” àquele rapaz, e acha que ele vai mudar, e ele não muda, não case! Nem noive, porque muito provavelmente seu casamento vai ser problemático como o seu namoro está sendo. Por esse motivo, a Bïblia usa uma expressão sempre repetida: ”Esperar No Senhor.” Você precisa “esperar no Senhor”; às vezes, espera-se muito no Antônio, no João, na Rosinha, mas ninguém quer esperar no Senhor até que Ele apresente a Sua vontade. Muitos não querem, e pegam o ônibus errado, e se dão mal mais adiante no casamento: o Senhor mostra o bem e o mal, o certo e o errado.

Outro princípio no namoro é o senso da afinidade mútua de valores. Você precisa ter os mesmos valores que ela, e vice-versa, o que você aprendeu na escritura precisa ser o valor também dele ou dela, os espirituais, mentais e físicos. Aí toca o enorme problema do namoro misto. Deve o rapaz namorar uma moça fora do círculo cristão? Uma moça crente deve namorar um rapaz fora do seu círculo? Minha opinião pessoal, referendada na Bíblia é “não”, porque a Bíblia diz “Não vos ponhais em jugo desigual”, pois muita lágrima vai ser derramada, muito coração vai sangrar quando você, jovem cristão ou cristã, tiver interesse numa atividade evangelística (o dia de culto mesmo), e ele (a) vai para outro lugar ou atividade que sua consciência não está pedindo.

Pergunte antes de começar se esse namoro é de Deus?

“Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”. (Mt 6.9,10)

A vida cristã é fundamentalmente um relacionamento com o Criador. Nesse relacionamento, através de Jesus Cristo, Deus nos dá abundante vida. Nesse relacionamento, ainda, o cristão é dependente de Deus, feito uma nova criatura, e se torna servo para atualizar a vontade de Deus em sua vida. E como o princípio básico é o serviço, Deus expressa a Sua vontade, e o faz soberanamente, e nós buscamos cumpri-la. Para nós, portanto, é uma prioridade. Assim, a Escritura Sagrada o declara: “aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. Isso nos traz a realização de uma promessa que se encontra em Hebreus 10.36: “Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa”. Então, onde entra a família, ou o crente em vias de formar a sua família, o seu lar, em termos de preparo para o casamento, e de realizar a vontade divina no namoro, e no noivado, e no seu próprio casamento, tenha ele um, dois anos, alguns meses apenas, ou muito tempo de casado?

Será que meu namoro é da vontade de Deus

(PR.MACIEL – PASTOR SÊNIOR DA CCPT)

“Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?” (Mateus 7:16)

Tenho ouvido muitas lamentações de jovens que passaram na frente de Deus na busca desenfreada de ter alguém ao seu lado. E nessa busca sem orientação de Deus, muitos se decepcionam por que escolheram a pessoa errada e, com isto, receberam a recompensa do ditado popular de que “quem planta colhe”. Frases como: “Ah! Pastor Maciel, estou tão pra baixo. Acho que não dou sorte no namoro, pois tive uma grande decepção com meu namorado e terminamos três dias atrás nosso relacionamento. Imagine, Pastor, que esse rapaz demonstrava consideração comigo, era prestativo, atencioso, sempre me acompanhava nos lugares, mas, de repente, depois de oito meses de namoro, descobri que ele tinha uma namorada na rua do seu bairro há mais de um ano”. Essa jovem disse, ainda, que o então namorado evangelizava a amante para que ela se convertesse. Por trás, ele fez propostas de casamento para as duas garotas. A jovem estava decepcionada e questionava se valia à pena escolher alguém dentro da Igreja, pois não teria como saber se o pretendente é de Deus ou do mundo.

A fase do namoro é muito confusa para os jovens que abrem o coração para alguém. Geralmente casais se gostam, trocam beijos, mas há incompatibilidade de gênios, brigas, ciúmes, entre outros problemas. E se o namoro para o não-cristão já é complicado, para o jovem cristão é mais ainda, pois este está sempre querendo saber, mesmo com tudo dando certo, se é da “vontade de Deus”. Oram, jejuam, mas diante da primeira briga, pensam: “Será mesmo de Deus?!” Isso acontece todos os dias, em todos os lugares, em todas as igrejas. E é difícil para o jovem discernir a vontade de Deus quando o coração fala mais alto. Daí, como última solução, as “irmãs de oração” são procuradas por centenas de casais de jovens pra orar e ver “se Deus fala alguma coisa”.

Essas irmãs também são conhecidas como “vasos” da igreja, pois elas têm dons de visão, revelação ou profecia.

Estamos debaixo da soberana vontade de Deus, do Seu querer e debaixo desta soberana vontade, Deus nos deu o chamado livre-arbítrio. Quando o Senhor me diz que uma determinada pessoa não é de sua vontade para casar comigo, é porque aquela pessoa, com toda certeza, está usando de engano na igreja, não tem compromisso com Deus e brincando com meus sentimentos. É o que aconteceu com a jovem citada acima. Não estou dizendo que a pessoa é “do diabo”, mas que está sem compromisso com a Seara, ou seja, não tem propósito com Deus e, se não tem propósito com Deus, isso pode acarretar em sérios prejuízos a longo prazo. O Senhor nos diz: “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. (Gênesis 2:24). Ou seja, ele já nos autorizou a escolher alguém. O que nos resta é pedir a Deus DIREÇÃO para sabermos se estamos com uma pessoa de compromisso. Não existe essa de você gostar de uma pessoa, e mesmo que essa pessoa seja uma bênção, séria, honesta, fiel a vida cristã, Deus dizer: “Não é da minha vontade!” Se ambos estão se gostando, isso não existe!!! Pode ser que você esteja se deparando com “profetadas” de quem tem ciúme, inveja, etc. Há vários casos desses. Essa conversa de dizer “Eis que a tua escolhida está lá no Japão” não tem respaldo bíblico. Muitas das vezes o irmão está gostando de alguém, e fica baseando a sua esperança em revelações e visões de “vasos” da igreja. Acredito nos dons, e creio que Deus possa mesmo revelar e falar com seus servos, mas Deus nunca nos deixará confusos, pois “Deus não é Deus de confusão”. (1 Coríntios 14:33). Isto aconteceu inclusive comigo quando estava solteiro, andando nas igrejas e pedindo a Deus por uma companheira e, nessa caminhada, deparei com algumas “profetas” que diziam: ”Eis que tua amada já escolhi, ela está perto de você e quando eu olhava via a filha da profeta, ou seja, ela desejava me entregar sua filha, mas não era a pessoa que Deus queria me dar.

Perguntar se o teu propósito de casar com uma pessoa é da “vontade de Deus”, é como se eu perguntasse a Deus: “Senhor, eu posso evangelizar fulano?” Poxa, o Senhor já me ordenou, já me autorizou a evangelizar. Claro que eu vou analisar a situação, ver se a pessoa quer mesmo ouvir a Palavra de Deus, e pedir direção (não se esqueça disso) ao Senhor na evangelização. Mas que é da vontade de Deus que eu evangelize, isso é sem dúvidas!!! Portanto, escolher alguém, PEDINDO DIREÇÃO A DEUS, para um futuro casamento, não é pecado, porque Deus não deixará seus servos. Portanto, vá em frente e saiba esperar na sala de espera de Deus.

“Amados, se o nosso coraçäo não nos condena, temos confiança para com Deus”. (1 João 3:21) .

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