III Encontro de Adoradores – Fotos
Algumas Fotos do III Encontro de Adoradores, em breve postarei todas
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Pastor Maciel – Pastor Sênior da CCPT

Queridos, resolvi falar desse tema que tem acontecido muito nos nossos dias. A inveja é a tristeza com o bem do outro. Nasce quando a excelência alheia é compreendida como diminuição do seu próprio valor. A inveja foi classificada como um dos pecados capitais pela igreja ainda no século IV, mas já constava na narrativa do livro de Gênesis. Motivou o primeiro assassinato: Caim matou Abel porque não tolerou que o favor divino repousasse sobre a oferenda do irmão.
Consta nas tábuas dos dez mandamentos que não se deve cobiçar nada do próximo.
Na minha caminhada, sempre fui vítima de inveja, seja no mundo católico, seja no mundo evangélico, isto por que me destacava no meio de muitos. Quando criança me destacava no colégio com boas notas e isso provocava alguns alunos de turma. Fui crescendo e já na faculdade fui auxiliar de alguns professores nas matérias que eles ensinavam, tendo, ao final, excelentes notas que me classificavam como excelente aluno. Formei-me e fui fazer mestrado e outra vez fui vítima de inveja e a cada degrau que subia na vida já pensava qual seria o próximo a vir me atacar.
Ao chegar a Brasília-DF, fui escolhido pela direção do exercito para chefiar o Laboratório de Análise Clinica do maior hospital das Forças Armadas, mas isso encheu de ódio o coração de muitos que eram funcionários antigos daquele hospital, pois estava há apenas 6 (seis) meses na capital federal. Depois de quase 5 (cinco) anos, voltei a São Luis e novamente fui escolhido pela direção do Hospital do Ipem, hoje Carlos Macieira, para ser o diretor do Laboratório de Análise Clinica desse hospital e mais uma vez fui vítima de inveja pelos colegas que ali estavam. E assim foi minha caminhada aqui pelos lugares que o meu Deus escolhia que eu estivesse.
Mas, sinceramente, não esperava que na casa de Deus, onde pregam o amor ao próximo e a salvação do Senhor Jesus Cristo, pudesse ser vítima da inveja, mas veio e com muita força. Na verdade, o farisaísmo que está no meio da Igreja sempre é mais forte para atacar as pessoas inteligentes do que os de fora. E foi na igreja que mais tive decepção, que mais fui difamado. Da inveja partem as difamações violentas e mentiras arquitetadas por pessoas sagazes que tem a mente cauterizada pelas influências do inferno. Incluem-se neste rol ovelhas desgarradas (ou bodes) como a bíblia fala, pessoas sem equilíbrio, sem inteligência, sem piedade, com coração cheio de mágoas.
A inveja tornou-se motriz de várias tramas literárias. Ninguém a retratou melhor do que William Shakespeare. Otelo se destaca porque Shakespeare soube descrever como ninguém, os mecanismos que incitam ódio e ciúme a partir da inveja. Otelo é um general reconhecido por triunfar nas batalhas terrestres e marítimas. Ao assumir a posição de chefe de Estado em Chipre, nomeia Cássio como seu braço direito. Mas suscita a inveja de Iago, que passa a conspirar contra ele. As desavenças que nascem daí e que caracterizam as tragédias shakespeareanas são horrorosas. Iago destila uma suspeita mortal em Otelo, que o faz acreditar que sua esposa Desdêmona o trai com o tenente Cássio. O conflito entre o amor que o general nutre pela mulher e a desconfiança incitada por Iago leva Otelo a despencar de sua posição de herói. Debilitado psicologicamente, mata a amada, sufocando-a com travesseiros. Declarado assassino, Otelo é destituído do posto de general e sentenciado à prisão. Sem saída, tira a própria vida com um punhal, diante dos representantes do governo veneziano.
José Ingenieros declara que “a inveja é uma adoração dos homens pelas sombras, do mérito pela mediocridade. É o rubor na face sonoramente esbofeteada pela glória alheia. É o grilhão que arrasta os fracassados. É a amargura que toma conta do paladar dos impotentes. É um venenoso humor que emana das feridas abertas pelo desengano da insignificância própria. Mesmo não querendo, padecem desse mal, cedo ou tarde, aqueles que vivem escravos da vaidade; desfilam pálidos de angústia, torvos, envergonhados de sua própria tristeza, sem suspeitar que seu ladrido envolve uma consagração inequívoca do mérito alheio. A inextinguível hostilidade dos néscios foi sempre o pedestal de um monumento”.
Santo Tomás de Aquino dizia que a inveja é pecado mortal (portanto, imperdoável), com inúmeras filhas: “murmuração, detração, ódio, exultação pela adversidade, aflição pela prosperidade”. A inveja é pior do que o ódio. O ódio não se contem, e devido a sua fúria, sempre age. A inveja por sua vez, cala. Covarde, procura sombras; para semear suspeitas, precisa do cobertor da noite. O invejoso rasteja para não mostrar-se consciente de sua pequenez. Dentro de uma tumba mal iluminada, gera a dúvida. Contenta-se com a desconfiança. Ingeniero afirma que o invejoso “sem coragem para ser assassino, resigna-se a ser vil”.
A palavra hebraica para “fofoca” no Velho Testamento é definida como proveniente de alguém que revela segredos, agindo como um mexeriqueiro. Isto é, alguém que conseguiu descobrir segredos sobre outras pessoas e suas famílias para então sair de casa em casa contando o que descobriu. Existe também a fofoca religiosa, aquela em que um ex-freqüentador da Igreja, ou aquele que já saiu da Igreja e que não satisfeito sai difamando, e, em grande parte das vezes, o alvo é o Pastor. Mas porque o Pastor? Por que é a autoridade maior da Igreja, então ferindo a dignidade do líder ele acha que vai destruir a membresia e o ministério do Pastor. Mas a bíblia nos diz que as portas do inferno não prevalecem sobre a Igreja. Além disso, existe a justiça para condená-los. Assim, é melhor pensar duas vezes antes de usar a língua perniciosa. Enquanto eles difamam o pastor e ungido de Deus, este cresce na graça e no conhecimento e Deus lhe honra.
Podemos distinguir o ato de fofocar com o de compartilhar informações através da intenção. Geralmente o difamador e fofoqueiro sai por todos os lugares para tentar destruir a imagem de outro irmão. Sempre chegam de mansinho com um bom palavreado e se justificam quando atacam a vida alheia. O mexeriqueiro tem como objetivo melhorar a sua própria imagem ao fazer outras pessoas parecerem más, sem dignidade. Exaltam seu conhecimento como superior ao de outras pessoas. O maior objetivo do difamador é tentar destruir ministério de um líder com todos os ensinamentos que aprendeu com o diabo, mas só consegue seu objetivo com quem é da sua semelhança, do seu time. A pessoa de moral, de dignidade e sabedoria, jamais acolhe um fofoqueiro, pois sua inteligência não se conecta com esse tipo de pessoa. Já um outro fofoqueiro recebe bem a noticia desse difamador e passa a ser mais um a fazer parte dos fofoqueiros, formando a roda dos escarnecedores.
No livro de Romanos, Paulo revela a natureza pecaminosa da humanidade ao afirmar como Deus está derramando Sua ira sobre aqueles que rejeitam Suas leis. Por terem rejeitado as instruções e direção de Deus, Ele os entregou às suas naturezas pecaminosas. “Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; “Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” (Romanos 1:29-32). Podemos ver dessa passagem quão sério é ser mexeriqueiro e como isso é uma característica daqueles que estão sob a ira de Deus.
Um outro grupo que era e é conhecido por participar nesse comportamento pecaminoso são as viúvas. Timóteo adverte as viúvas para não serem mexeriqueiras ou ociosas. “Tendo já a sua condenação por haverem aniquilado a primeira fé. E, além disto, aprendem também a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também paroleiras e curiosas, falando o que não convém“ (1 Timóteo 5:12-13). Porque as mulheres tendem passar muito tempo com outras mulheres em seus lares, trabalhando juntamente com essas mulheres e se envolvendo na vida de muitas pessoas, elas escutam e observam uma variedade de conversas e situações que têm o potencial de serem destorcidas. Timóteo afirmou que as viúvas criam o hábito de ir de casa em casa, procurando por algo para ocupar sua ociosidade. Cabeça vazia é a oficina do diabo, e Deus nos adverte contra deixar que esse pecado entre em nossas vidas. “O que anda tagarelando revela o segredo; não te intrometas com o que lisonjeia com os seus lábios” (Provérbios 20:19).
A Igreja sente paz quando Deus expulsa os difamadores e fofoqueiros do seu templo e os que ficam não sentem saudade, pelo contrário, se livram desse tipo de pessoas e passam a crescer espiritualmente e materialmente.
Esse pecado não é comum apenas às mulheres. Qualquer pessoa pode acabar participando de uma fofoca ao repetir algo que escutaram que era para ser um segredo ou algo inexistente que ele ou ela nem sabe por que veio. O livro de Provérbios tem uma longa lista de versículos sobre os perigos da fofoca e sobre a dor que pode resultar da falta de cuidado de pensar em outras pessoas e como podem reagir se algo que queriam que permanecesse em segredo fosse revelado. “O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Provérbios 11:12-13).
A Bíblia nos diz que “o homem perverso instiga a contenda, e o intrigante separa os maiores amigos” (Provérbios 16:28). Muitas amizades já foram destruídas por causa de algum engano que começou com uma fofoca. Ou quantas pessoas inocentes saíram de Igrejas por causa de difamadoras que, perversamente, incucam na mente de pessoas fracas e atacam seu alvo que é o Pastor. Aqueles que se entregam a esse comportamento nada mais fazem além de criar confusão e causar ira e amargura, sem falar da dor.Triste dizer que algumas pessoas adoram isso e procuram por oportunidades de destruir outras pessoas. Quando essas pessoas são confrontadas pelo seu hábito, elas negam essas alegações e respondem com desculpas e racionalizações. Ao invés de admitir o erro, elas culpam algo ou alguém mais, além de tentarem fazer com que o pecado não pareça tão ruim. “A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre” (Provérbios 18:7-8).
O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias (Provérbios 21:23). Dessa mesma forma devemos guardar nossas línguas e deixar de participar nesse ato pecaminoso de fofoca. Se entregarmos nossos desejos naturais ao Senhor, Ele vai nos ajudar a permanecer retos. Deus recompensa o justo e o íntegro, então devemos nos esforçar para permanecer assim. Em relação aos fofoqueiros, só nos resta orar pela sua fraqueza e pela falta de temor a Deus. O sentimento maior que deve existir em nossa vida é o amor a Deus (“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mt 22.37). Quando O amamos verdadeiramente, somos constrangidos pelo Espírito Santo a uma vida de santidade e pureza, os frutos produzidos são dignos de honra e capazes de revelar ao próximo a comunhão que possuímos com o Eterno. Nestas vidas está o prazer do Senhor. São abençoadas e bem-sucedidas, transbordantes do poder de Deus, cheias de autoridade e capacitadas a pisarem sobre a cabeça do inimigo. São vitoriosas! De suas bocas procedem as palavras que edificam e abençoam.
Que Deus em Cristo vos abençoe e os livre de fofocas, para que a ira de Deus não venha sobre vós.
Neste último dia 30 de maio, saiu como manchete no Jornal pequeno o aniversário de nosso Pastor Maciel, acompanhe o conteudo clicando na imagen.

Que Deus abençoe a todos
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IGREJA CCPT TODOS PARTICIPANDO RUMO À VITÓRIA COM JESUS.
Em que consiste a Campanha “40 dias de Propósitos”?

A Campanha “40 dias de Propósitos” é uma Campanha de Crescimento Espiritual que tem transformado muitas vidas e Igrejas. “Uma Vida com Propósitos” não é uma teoria, mas sim um programa que já foi aplicado em mais de 3.000 Igrejas. Igrejas grandes e pequenas, rurais e urbanas, brasileiras e de outras línguas, já relataram resultados impressionantes. Essas igrejas estão agora relatando que esse foi o evento mais transformador da história de suas congregações. Centenas de líderes de igrejas escreveram dizendo coisas como “nossa igreja nunca mais será a mesma”, e, “isso foi a melhor coisa que aconteceu com nossa igreja”. Os jovens passaram nos vestibulares numa proporção nunca vista. Outros galgaram aprovação em concursos públicos, conseguiram portas abertas e adquiriram casa própria melhoraram vida financeira.
Certo pastor relatou: “vi mais crescimento em nossos membros e na igreja com os “40 dias de propósitos” do que nos últimos 13 anos de Igreja. Aqueles que não cresceram foram os faltosos, os insubmissos e os que nunca tiveram propósitos. Alguns deles permanecem frios na Igreja, outros saíram, mas a grande maioria venceu”.
Pequenos grupos
Participe de um Pequeno Grupo nesta semana. Verifique abaixo os Pequenos Grupos disponíveis e confirme sua participação. Não fique de fora, pois Deus deseja que você seja participante dos projetos de Sua casa e que tenha propósito em ser útil na Igreja.
Líderes: Humberto e Rafael – Cohajap
Líder: Fernando – Cohama
Líder: Leda – Cohama
Líderes: Luciano e Remédios – Vicente Fialho
Líder: Mariana Alves – Cohama
Líder: Augusto – Novo PG a ser criado.
Coordenação: Nády
